28 de out. de 2010

Curta: Le Royaume

Nota: + + + + +
País: França
Ano: 2010
Duração: 4 mim
Diretor: Uma ruma de gente, parece que a galera produziu esse curta como um trabalho de conclusão de curso.


Fazia tempo que eu queria postar esse curta. Ele é breve mas consegue passar uma mensagem bacana (sobre as aparências, enganos e ilusões), perfeitamente aplicável a vida pessoal ou profissional de qualquer pessoa. Trata do poder e da ganância. Assistam... e se possível digam o que acharam.

26 de out. de 2010

Propaganda: Nissan - Livina

Quem assistiu sabe que essa o foi uma das mais provocativas propagandas dos últimos anos da televisão brasileira. Citar a concorrência e coloca-la em uma situação cômica não é novidade no mundo da publicidade, entretanto.

Pode-se dizer que a Nissan parte pra cima com a faca nos dentes, entretanto até que ponto partir para o ataque dessa maneira vale a pena?




Foram dois vídeos comerciais lançados na campanha do Livina 2011, o primeiro:


E depois de alguns processos, o segundo:


Talvez tenha sido propositado, sabendo que ia ter que tirar o primeiro do ar, era só esperar para lançar o segundo, que na verdade deixou a coisa melhor ainda.

23 de out. de 2010

Documentário: South of The Border

Nota: + + + +
Ano: 2009
Diretor: Oliver Stone
Gênero: Político
Duração: 102 mim

Sobre: Stone e sua equipe viajaram do Caribe até a Argentina numa tentativa de explicar o fenômeno que é o presidente da Venezuela Hugo Chavéz na região e fazer um relato da recente guinada à esquerda na américa latina. Em adição a Chávez, Stone procurou evidenciar o trabalho de vários outros líderes latino-americanos de esquerda cujas políticas geralmente recebem atenção limitada da mídia estadunidense e europeia.

Questionado sobre o motivo que o levou a produzir o filme, Stone afirmou o seguinte:
"Acho Hugo Chávez uma figura extremamente dinâmica e carismática. Ele é solto, afetuoso e grande, um personagem fascinante. Mas quando volto aos States não paro de escutar essas histórias de terror sobre o "ditador", o "cara mau", a "ameaça à sociedade americana". Acho que o projeto começou a partir da demonização de líderes latinos pela mídia americana. E foi se tornando mais do que isso à medida que nos envolvíamos mais. A imprensa nos Estados Unidos dividiu o continente latino na "esquerda ruim" e na "esquerda boa". Acabaram de colocar Correa na esquerda ruim, junto com Morales e Chávez. Eles chamam Lula de esquerda boa. Não sei do que chamam a Kirchner ainda, mas acho que estão virando-se contra ela mais e mais. Você fica com essa distinção, que acho que é falsa."

O documentário trata das políticas econômicas adotadas pelos EUA na américa latina, sobretudo por meio do FMI, a partir da segunda metade do século XX. É bom, e deve ser de grande utilidade para um público menos esclarecido acerca dessas questões. Aos moldes de "A Revolução não será televisionada", Oliver Stone também trata do golpe contra o presidente Chávez em 2002, deflagrado com o apoio da mídia reacionária local.

Fala um pouco de mídia, de como alguns dos presidentes entrevistados foram e são tratados pela imprensa local e internacional. Em determinada cena de um programa norte americano pode-se apreciar o interlocutor alegando que Chávez é um traficante e Rafael Corrêa um pedófilo.


Como era de se esperar um documentário que não fala bem da mídia não foi muito elogiado por jornais e revistas pelo mundo afora.

Fica a dica, é bom mesmo. Você pode buscar no
DocVerdade.

22 de out. de 2010

Crítica: Resident Evil - Afterlife


Nota: 4
Nota IMDb: 6.3
País: EUA
Ano: 2010
Gênero: Terror
Duração: 97 mim
Diretor: Paul W.S. Anderson

Sobre: Alice continua em sua jornada na busca de sobreviventes. Sua batalha mortal com a Corporação Umbrella atinge um novo patamar, mas Alice recebe a ajuda inesperada de uma velha amiga. Uma pista promete um local seguro pra os sobreviventes e eles vão a Los Angeles, mas quando chegam lá descobrem que a cidade está tomada por zumbis (INCRÍVEL!) e Alice e seus aliados estão prestes a cair em uma armadilha.


É normal, quando se estica demais uma franquia que só foi grande coisa no primeiro filme, e olhe lá, as coisas tenderem à merda. Nesse caso a pista já havia sido dada, Paul W.S. Anderson escreveu e foi o diretor do primeiro filme da franquia, depois a direção passou pra Alexander Witt em "Resident Evil: Apocalypse", em seguida foi a vez de Russell Mulcahy em "Residente Evil: Extinction" (o melhor dos três na minha opinião), e por fim "Resident Evil: Afterlife" com Paul W.S. Anderson assumindo novamente a direção e destruindo a franquia com cenas de ação fracas e efeitos especiais ruins (lembrou Wolverine).

Muito provavelmente você não faça nem idéia de quem são esses diretores, e nem eu faço, mas essa mudança entre um filme e outro com certeza sempre vai significar, "podia ser melhor, vamos colocar outro cara", até que na esperança de levantar tudo...

O filme não é tenso, da vontade de jogar baralho ou fazer qualquer outra coisa e os efeitos especiais toscos servem de incentivo. Em determinadas cenas de ação acho que não era nem preciso usar o velho efeito de câmera lenta pra evitar dar mais sono.

Em Afterlife, o medo de Alice parece ser maior que no terceiro filme da franquia, o que é um erro, afinal depois de tantos anos matando zumbis era de se esperar que no quarto filme ela coçasse os ovos e cuspisse no chão depois de matar e não que andasse com os olhos arregalados e tremendo com medo de um zumbi idiota. Talvez tenham tentado reforçar isso pra passar alguma tensão ao filme. Sinceramente, fracasso.

Basta assistir o trailer e deixar o filme para algum dia, se estiver passando, por acaso, e você começar a ver só no final.


Ps: Antes que eu esqueça, nós contamos agora com uma poetisa que irá entreter vocês com as últimas sobre filmes sentimentais, mundo fashion, artes contemporâneas, mundo dos artistas e aromoterapia...

Ps²: Nós precisávamos de alguém sensível aqui.

Ps³: Ele atende por DVD. 

21 de out. de 2010

Crítica: How I Met Your Mother


Nota: 9.0
Nota IMDb: 8.8
País: EUA
Ano: 2005
Gênero: Comédia/Romance
Duração: 21 min
Diretor: Pamela Fryman/Rob Greenberg

Sobre: Em 2030 Ted conta a história de como conheceu a mulher, para seus dois filhos. A narrativa começa em 2005, momento em que ele decide casar, percorrendo seus