21 de out. de 2010

Droga... Cheguei...

Sou pirata, estou em todo lugar, estou com o POVO!!! (Lula que me aguarde companheiro)


Pois é, antes de tudo quero dizer: "não sei de quem foi esse comentário no twitter (imagino), mas foi bem gay (sem preconceito)". Agora sim, posso dar as boas vindas a todos os... 2 leitores que em breve serão centenas... não... MILHARES... AIIIIII!!!!, foi mal galera, acabei de cair da cama.

Chega de brincadeira, preparei um discurso animador para me apresentar, e sucinto (como todos meus post deveram ser) afinal de contas ninguém tem saco de ler mais que 10 linhas.

Uhummm... 1, 2... testando, som... som... oi... la vai.

Nos recantos do meu absinto, lobo solitário,


findei por deparar nas películas (VHS, DVD, BDRIP, DVDRIP, DVDScr, R5 e na secura até TS) um destino para espaços de tempo ociosos ou dolorosos, assim podendo vislumbrar as peculiaridades e distorções da sociedade,
ou simplesmente o mundano, o "normal", a vida que por muitos não é vivida. Por vezes tentando incentivar e aflorar emoções,
por outras tentando doma-las.
O filme é uma porta para um mundo infinito de sensações, e é nesse espaço (blog) que pego carona,
podendo mostrar para vocês, o que der vontade de mostrar.

Ops me empolguei e passei das 10 linhas... fui!

20 de out. de 2010

Propaganda: Samsung - Galaxy 580

Quem sabe, sabe. E para inaugurar a nova página do blog vamos começar com um material de qualidade. Na nova página "Propagandas", nós vamos condensar o que ha de melhor, ou não, na produção da indústria da propaganda/publicidade. As melhores e piores campanhas, por que as normais não interessam.

No nosso post inaugural vamos com uma propaganda da Samsung, do seu novo aparelho "Galaxy 580". Muito bem produzida, por sinal.

19 de out. de 2010

Crítica: Grindhouse - Planet Terror & Death Proof



Nota: 7
Nota IMDb: 7.6
País: EUA
Ano: 2007
Gênero: Terror
Duração: 105 mim
Diretor: Robert Rodriguez









Nota: 7
Nota IMDb: 7.2
País: EUA
Ano: 2007
Gênero: Terror
Duração: 114 mim
Diretor: Quentin Tarantino








Peraí. Antes é bom a gente saber que Grindhouse trata-se na verdade de um filme duplo sem conexão entre eles, escritos, dirigidos e produzidos por Quentin Tarantino e Robert Rodriguez em um tributo ao cinema de terror dos anos 70, de onde vieram filmes como: O Massacre da Serra Elétrica (1974), O Exorcista (1973), Carrie - a estranha (1976), A Profecia (1976) e O Abominável Dr. Phibes (1971). 

Isso aí, o negoço é trash e barra pesada mesmo. Tudo feito propositalmente pra ser o mais seboso e repugnante possível. Então se você for assistir vá pronto pra ver algo quase que como um... Avatar (James Cu... Cameron)... ruim pra caralho, mas sem tanta monotonia, e mais legal por que tem palavrões, sangue, e diálogos fúteis... não, não, não... é melhor por que foram feitos para serem ruins e cumprem muito bem com o que prometem (ao contrário de Avatar que foi feito pra ser bom mas não passa de um chute nos ovos com efeitos especiais).

E dão algo mais. No primeiro a trama gira em torno de algo bem inesperado  (Bruce Willes explica tudo bem direitinho), sobretudo pra um filme tão ruim. E no segundo, meu amigo, aliás, minha amiga, se você for feminista e gostou de Kill Bill, pode esperar algo maior nesse, por que Quentin Tarantino mais uma vez foge do padrão novela das oito (todo mundo sabe o que vai acontecer, e por algum motivo continua assistindo... minha mãe precisa de ajuda), e mete sangue e mutilações (pra variar), e uma montagem terrivelmente tosca (chega até a dar agonia).

Aconselho a não assistir ao trailer de nenhum dos dois filmes, e simplesmente ir pronto pra assistir dois grandes filmes, ruins para a maioria das pessoas, mas que atendem perfeitamente ao propósito de sua criação.

18 de out. de 2010

Curta: Big Bang Big Boom

Nota: + + + + +
Duração: 10 mim
Direção: blublu.org

Sobre: Um ponto de vista não científico sobre o início e a evolução da vida e como poderia ser o provável final.

16 de out. de 2010

Crítica: Kill Bill 1


Nota: 7.5
Nota IMDb: 8.2
País: EUA
Ano: 2003
Gênero: Quentin... quer dizer, Ação
Duração: 111 mim
Diretor: Quentin Tarantino

Sobre: Sangue, sangue, sangue, sangue, sangue, sangue e Uma Thurman no papel de uma ninja assasina que resolve vingar-se de uns caras (incluindo Bill, seu marido), que tentaram matá-la no dia de seu casamento.

E mais uma vez Tarantino usa em um filme uma quantidade de sangue suficiente pra fazer umas trilogias de filmes de guerra com mais um bom e velho roteiro bem simples.

Aliando a violência a uma trilha sonora que até hoje é lembrada, Kill Bill é um bom filme de ação para quem não tem nojinho ou repudia cenas de violência. Braços, pernas e cabeças parecem chover em determinadas cenas do filme, e Quentin Tarantino mais uma vez faz um filme no sentido literal da palavra sem tentar passar moralismos ou quaisquer outros tipos de mensagens.


Outra marca que Quentin Tarantino deixa no filme são aquelas suas boas cenas de ação  inesperadas. Inesperadas por que quem acompanha os filmes do diretor percebe que nessas cenas nada tende a ocorrer da forma tradicional do cinema norte americano, e ainda, talvez pelo fato da grande fissura do diretor por faroestes  antigos a presença de frases impactantes deixa a coisa ainda mais legal. "O que me falta é compaixão e clemência... não racionalidade", "Se na sua jornada, você se deparar com Deus... Deus sairá cortado".