Título: What's in the box?
Nota: ++++
País: Holanda
Ano: 2009
Duração: 9 min
Orçamento: US$ 200,00
Diretor: Tim Smit
Sobre: Um homem acorda desorientado num laboratório em ruínas em meio a um tipo de invasão à cidade que ele se encontra. Aparentemente a única coisa que pode salvá-lo dessa situação é uma caixa preta, mas também ela é o motivo dele estar sendo perseguido.
A história desse curta é muito vaga, mas o clima que o estilo de filmagem proporciona é perfeito! Sempre em primeira pessoa ao melhor estilo Half Life.
Por incrível que pareça, o diretor é um professor de nanotecnologia da Universidade de Nijimegen que fica na Holanda e ele fez o curta apenas para testar suas habilidades com os softwares 3D. E que teste! Tanto que ele nem se preocupou com falas, apenas ação.
Obs.: Como ele tem muitos traços de Half Life 2, na estréia do curta os internautas pensavam ser uma homenagem ou jogada de marketing da Valve Software (empresa que criou Half-Life). Mas o jogo foi apenas uma inspiração dentre muitas outras.
Título: Beyond Black Mesa
Nota: +++++
País: EUA
Ano: 2011
Duração: 12 min
Orçamento: US$ 1200,00
Diretor: Brian Curtin
Sobre: Adrian Shephard e um grupo de combatentes da resistência que estão fora de Black Mesa lutam por suas vidas e para informar ao mundo da invasão iminente.
Este sim é fiel aos personagens e história do jogo. Um curta completamente independente, pois desde a trilha até os elementos artísticos foram de autoria dos idealizadores (ao contrário do curta acima que utilizou alguns trechos das trilhas de Jurassic Park e Lost). Não achei as cenas de ação bem elaboradas e poderia ter dado nota três, mas a qualidade no geral e o fato de ser um produto completamente independente me força a dar pontuação máxima.
Pena que aqui no Brasil o cenário independente para produções de ficção só tenha palhaços do naipe de Ademir de Paula que só faz porcaria e não reconhece suas cagadas para melhorar, mas pelo menos se percebe que a sétima arte não está 100% nas mãos daquela academia de bosta que a gente sabe muito bem qual é. O cenário independente é forte e tem qualidade!
Antes de mais nada quero dizer que será uma honra receber chingamentos e críticas (bem melhor embasadas que minha opinião), por parte de quem adora Harry Potter e que vai me considerar um panaca... mas eu tenho que dizer o que eu acho, afinal cabe ao velho aqui ser o cara desagradável do blog.
Lixo, do começo ao final.
Emma Watson. Ela é a melhor coisa de Harry Potter.
Dizem os fãs que os livros são incomparavelmente melhores que os filmes, deve ser verdade e com certeza deve valer a pena ler os livros (apesar de que nunca irei fazê-lo). Mas o blog não trata de livros e por isso me refiro aos filmes e a forma como foram produzidos.
Para poupar tempo, já que deverei achar o próximo filme uma porcaria, então resolvi fazer um post só com toda a esculhambação.
Varinha de condão? Nada que um Band-aid não resolva.
Os filmes são monótonos e enfadonhos, não criam expectativa de nada e até no último que foi lançado (Harry Potter e as relíquias da morte), nas cenas de mais ação a câmera esta lá balançando sem que ninguém entenda nada e ao final alguém tem um ferimento tratável com Band-aid.
Acredito que pela ganância de lucrar mais com os filmes todos eles acabaram sendo adaptados para a maior faixa etária possível, graças a isso todos serão infantis... e sem graça... e previsíveis... e chatos...
Prova da ganância é a quantidade de diretores que esses filmes tiveram. Chris Columbus (quando ele conseguir ser diretor de algo que preste me avisem) nos dois primeiros, Alfonso Cuarón (já trabalhou bem, mas não fez muitas coisas) no terceiro, Mike Newell (diretor de Donnie Brasco, mas se prestou a fazer um Harry Potter e O Príncipe da Pérsia) no quarto e David Yates (grande diretor inglês e insignificante) pra terminar de cagar tudo.
Custava perceber que após sei lá quantos anos lançando esses filmes os espectadores também envelheceriam e poderiam apreciar uma história mais madura com personagens mais profundos?
Com certeza "custariam" alguns milhões de dólares a menos.
O universo de Harry Potter é realmente bom.
Sim, mais profundos, apesar de tratar constantemente da questão da família nos filmes, todos os protagonistas parecem superficiais pois nenhum passa por algum dilema - que não seja rapidamente resolvido - que envolva algo mais serio que derrotar "aquele cujo o nome não deve ser dito"... que mêda ¬¬.
E nem me venha um fanático ou defensor da série me dizer que é melhor ler os livros e depois assistir os filmes (como eu já ouvi), por que isso não vai tornar os filmes melhores.
Os filmes são ruins e fracos, isso é fato, se não para um fã, pelo menos para mim (não devo ser o único na face da terra).
É como se eu visse esses filmes ao lado de Justin Bieber, Restart, KLB, duplas de sertanejo universitário e qualquer outra coisa que possa ser associada a uma menininha histérica dando gritinhos.
Fora o detalhe de que não é uma estória autêntica. Dez anos antes do primeiro título de Harry Potter já havia o personagem Tim Hunter. Eu sei que Neil Gaiman não reconheceu Harry Potter como sendo um plágio de sua obra intitulada "Livros da Magia", mas quem me garante que ele não foi comprado?
E alimentando aquela velha rixa sem sentido: O Senhor dos Anéis com certeza faz mais o meu estilo.
Sobre: Hello there!!! Bom acabei descobrindo mais uma série quando tive que fazer meus homeworks aqui. Modern Family é a típica comédia americana. Hummm... A gente já ta de saco cheio de comédia americana, o que essa joça tem de difenrete? Não muita coisa, um casal gay com uma filha asiática, um casal com papéis invertidos, um velho muito grosso casado com uma jovem gostosa colombiana e filhos peculiares,um retrato debochado do que a sociedade vem se